domingo, 27 de novembro de 2011

Tratamento para Estrias - João Pessoa PB




Quem nunca se deparou com aquelas “listrinhas” indesejáveis em determinadas regiões do corpo? Como hoje em dia tem sido praxe cultuar o mesmo, cada vez mais pesquisa-se sobre novas técnicas que possam intervir nas patologias estéticas. E é através deste artigo que irei explanar o que são estrias, classificações, causas e quais as melhores formas de tratamento.
As estrias são consideradas um processo degenerativo cutâneo benigno, localizado na derme (segunda camada de pele), caracterizado por lesões atróficas, pois apresentam uma diminuição da espessura da pele, são de trajeto linear, que geralmente variam de coloração conforme sua fase evolutiva.
Sua etiologia básica ainda é desconhecida, mas sabe-se que a atividade adrenocortical excessiva, fatores genéticos, estiramento excessivo da pele          (gravidez, adolescência, halterofilistas, mamoplastia de aumento)  e deficiência hereditária do tecido conjuntivo (ex: Síndrome de Marfam), entre outros, são fatores causais importantes na formação das estrias. O estiramento da pele, com conseqüente ruptura ou perdas das fibras elásticas dérmicas, é tido como fator básico da origem das estrias.
A tendência no aparecimento é de bilateralidade, e acomete mais comumente coxas, abdômen, nádegas, mamas, região lombo sacra e ombros.  5 a 35% da população possui estrias independente da raça, a mulher tem tendência a 2,5 vezes a mais que o homem, pelo fator hormonal, pode aparecer dos 5 aos 49 anos em média , onde 45,5% dos casos ocorrem na adolescência , 30,5% o fator é pela obesidade, 19,5% na gravidez e 4,5% por medicamentos.
Classificação:
Estria Rubra (fase inicial): são avermelhadas, aspecto inflamatório, pruriginosas  (coceira), e levemente elevadas.



Estria Alba (fase tardia): são esbranquiçadas,nacaradas, atróficas,linhas flácida central e superfície enrrugada.


Estria Cerúlea: estria de coloração azulada, que geralmente, surgem em decorrência de corticoterapia sistêmica (uso de corticoesteróides).
Estria Nigra: relacionada a aspectos étnicos- fototipos IV e V(peles negras).
Como evitar? Como citado acima a tendência é pessoal, pois dependendo da herança genética o mínimo de estiramento já é suficiente para o aparecimento, ou ao contrário, a pessoa pode engravidar, por exemplo e não desenvolver a estria, para tanto já que não se pode influenciar no fator genético, devemos hidratar bem a pele, e ingerir no mínimo 2 litros de água por dia, evitar o efeito sanfona também ajuda.



Depois da patologia já instalada como tratar? Hoje existem diversas intervenções para tratar as estrias, primeiramente o paciente deve passar por uma avaliação minuciosa, onde o fisioterapeuta irá avaliar a fase em que a estria se encontra, a dimensão das estrias, localização, dentre outras inspeções para indicar o tratamento mais adequado.

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